Sonho-te à pressa, entre coisas vãs.
Nos afazeres breves do meu dia
O meu olhar se perde, mas atento.
E ao meu silêncio acedo, p’la manhã.
Invades meu espaço. Traz-me frágil.
Se é por acaso? Não sei quando vens.
E deixo-te entrar. Lá do infinito:
Fazem-se Sóis, luas, montanhas – ágil
No espaço aconchegado, és privilégio.
De inspiração divina. Entre o Eu
De aqui e o outro Eu que vive acima.
Sonho-te lentamente, em consciência
Verdadeiro sol vindo das montanhas.
Sonho-te, porque sim! És transcendência.
Ana Brissos, 10-02-2026
(Soneto escrito baseado no poema “Espaços de Permeio” de Ana Luísa Amaral)
info@anabrissos.com

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